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7-07-2008  Colecção de fotografias  
Angola: Três décadas de serviços em prol dos que ficaram incapacitados por causa da guerra
Angola tem milhares de vítimas de minas terrestres, um legado da guerra. Recentemente, o CICV passou para as autoridades seu programa de reabilitação física, que assistiu às vítimas por quase três décadas.

©ICRC/A.-M. Grobet/v-p-ao-n-00028-22a
Huambo, Angola central. Centro ortopédico do CICV. Uma das mais jovens vítimas de minas. – Entre 1975 e 2002, as minas terrestres antipessoal mataram e feriram milhares de angolanos. Em 1979, o CICV abriu seu primeiro centro de reabilitação física em Huambo, para assistir às vítimas angolanas das minas, cujo número official é estimado em 80 mil.


©ICRC/L. De Toledo/v-p-ao-n-00061-31
Huambo, Bomba Alta. Centro de reabilitação ortopédica do CICV. Mulheres amputadas. – Embora o país tenha voltado a ter uma relativa normalidade desde o acordo de paz de Luena, assinado em 2002, as minas continuam a ser um grande problema. Durante quase 30 anos, o CICV apoiou três centros públicos de próteses, exortando, ao mesmo tempo, para que o governo assumisse um compromisso nesta questão.


©ICRC/Y. Muller/v-p-ao-n-00200-09
Huambo, Bomba Alta. Centro ortopédico. - "Desde 2002 nos concentramos principalmente em assistir às vítimas de minas e aumentar a capacidade dos centros de reabilitação. Estamos felizes em entregar todo o nosso programa de reabilitação às autoridades", afirma Maryse Limoner, chefe da delegação do CICV em Angola. "Garantir o acesso dos pacientes aos centros e oferecer-lhes os meios para se deslocar até eles será um grande desafio.”.


©ICRC/S. Sutton/v-p-ao-n-00364-12a
Huambo, a princesa de Gales, Diana, conversa com pacientes no centro de reabilitação ortopédica de Bomba Alta. – Em 1997, a princesa Diana foi à Angola visitar as vítimas de minas terrestres, apoiar o programa de reabilitação física do CICV e promover a Convenção de Ottawa, que proíbe as minas terrestres.


©ICRC/L. Luzemo/v-p-ao-n-00351-19
Campanha de informação sobre minas. – Com o apoio financeiro e técnico do CICV, a Cruz Vermelha Angolana conduz atividades de redução dos riscos das minas, incluindo a transmissão por rádio de mensagens educativas sobre os riscos das minas, e a ajuda às comunidades para que elas delimitem e identifiquem as áreas perigosas, onde pode haver minas.


©ICRC/A.-M. Grobet/v-p-ao-d-00034-09
Huambo, Bomba Alta. Centro ortopédico do CICV. Reabilitação com a ajuda de jogos. – O país vai suportar durante anos a presença de minas terrestres e outras conseqüências humanitárias da guerra. Foram registrados 134 acidentes com minas em 2006. No começo de 2007, foram 21.


©ICRC/L. De Toledo/v-p-ao-d-00037-04
Huambo, Bomba Alta. Centro de reabilitação física. Aprendendo a andar de novo. – Depois de quase três décadas de apoio às vítimas das minas, o CICV está repassando seu programa de reabilitação física, que inclui três centros de reabilitação, para o Ministério da Saúde.


©ICRC/S. Sutton/v-p-ao-n-00340-06
Redondezas de Kuito: Candre Antonio, de 13 anos, provocou a explosão de uma mina colocada por seu pai perto de casa. – O CICV continuou a apoiar os programas de educação sobre os riscos das minas da Cruz Vermelha Angolana e ajudou as autoridades a organizar uma oficina sobre o plano estratégico de combate às minas, acompanhado por organizações que trabalham com programas educativos nesta área.


©ICRC/S. Kennedy/v-p-ao-n-00402-13a
Huambo, um centro de reabilitação física que recebe apoio do CICV. - Milhares de angolanos se beneficiaram de quase 30 anos da cooperação entre o CICV e o Ministério da Saúde. Graças ao apoio material do CICV, três centros produziram cerca de 32 mil próteses, 700 aparelhos ortopédicos e 38,5 mil muletas, além de distribuir 920 cadeiras de rodas.


©ICRC/O. Moeckli/v-p-ao-e-00237
Província de Bié, Kuito. Centro de próteses administrado pelo CICV em parceria com o Ministério da Saúde. – Presente em Angola desde 1975, o CICV tem uma delegação em Luanda e uma sub-delegação em Huambo. Conta com 81 funcionários, 8 dos quais são estrangeiros que foram enviados pelo CICv para trabalhar em Angola. O CICV vai continuar a orientar a população angolana quanto aos perigos das minas, em parceria com a Cruz Vermelha Angolana.






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7-07-2008