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Notícias
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Promoção do Direito Humanitário junto das forças armadas e da polícia
As Forças armadas devem conhecer bem o direito do conflito armado e aplicá-lo em todas as situações. As forças da ordem e segurança públicas são muitas vezes chamadas a intervir em perturbações internas e situações de violência. O CICV procura por isso assegurar que as forças armadas, a polícia e as forças de segurança pública recebam uma formação sistemática em Direito Humanitário, direitos humanos e princípios humanitários.

As armas e o Direito Humanitário Internacional.

No quadro do seu mandato para promover a aplicação e a evolução do Direito Internacional Humanitário. o CICV procura assegurar que as armas em uso e em estudo estejam de acordo com as regras existentes.

Os combatentes estão proibidos de usar armas que sejam inerentemente indiscriminadas ou que sejam de tal natureza que possam infligir sofrimentos maiores do que os necessários para pôr combatentes “fora de acção”. As armas que violam os “ditames da consciência pública” podem também ser proibidas somente nesta base. O uso de armas que causem estragos ao meio ambiente natural – estragos extensos, de longa duração e com carácter grave – está proibido.
Existem tratados específicos que proíbem ou restringem o uso de certas armas tais como armas biológicas, químicas, laser que cegam ou armas incendiarias ou balas que explodem ou que se achatam facilmente no corpo humano.

As preocupações do Direito Internacional Humanitário foram centrais na campanha mundial para banir as minas antipessoal que culminou em 1997 com a Convenção sobre a Proibição do Uso, Armazenamento, Produção e Transferência de Minas Antipessoal e sobre a sua Destruição (Tratado de Ottawa).

Presentemente estão a realizar-se esforços para conseguir um acordo internacional que pudesse evitar e corrigir os efeitos sobre os civis de restos explosivos das guerras.
Documento chave
Evento
    21-7-2008
    Curso sobre Normas Internacionais das Operações Militares
    Genebra e Stans, Suíça, 2 a 14 de novembro de 2008
    Após o sucesso da Oficina sobre Normas Internacionais das Operações Militares, em agosto de 2007, o CICV decidiu tornar o evento anual, a ser realizado um ano na Suíça e no ano seguinte em outro país. O curso de 2008 vai reunir novamente cerca de 60 oficiais de todo o mundo para explorar, durante duas semanas, os princípios e problemas relativos à lei dos conflitos armados. As atividades da oficina serão divididas entre as sessões de instrução no quartel Les Vernets, em Genebra, na primeira semana, e no centro de treinamento do Exército suíço em Stans (perto de Lucerna) na segunda semana. Nesta etapa o foco será na integração das normas na doutrina militar e nos procedimentos operacionais.
    (Recursos de informação\Eventos)
    Evento

FAQ
Reportagem
    31-3-2008
    Nigéria: instrução para instrutores em DIH
    Livinus Jatto é um militar da reserva que agora trabalha para o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) ensinando oficiais do exército nigeriano sobre a importância do Direito Internacional Humanitário.
    (No mundo\África\Nigéria)
    Reportagem

    23-5-2006
    A privatização da guerra
    A sub-contratação de tarefas militares.
    (Direito humanitário\Outros temas\Privatização da guerra)
    Reportagem

Também nesta rubrica
    28-3-2008
    Programa de Integração das Normas de Direitos Humanos e Princípios Humanitários Aplicáveis à Função Policial
    O Programa de Integração das Normas dos Direitos Humanos e Princípios Humanitários Aplicáveis à Função Policial existe no Brasil desde 1998, quando o Comitê Internacional da Cruz Vermelha (CICV) iniciou uma parceria com a Secretaria Nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça para integrar estas normas de proteção da pessoa humana nos manuais, doutrinas e ensino das academias de formação das forças policiais dos 26 Estados brasileiros e do Distrito Federal.
    (No mundo\América\Brasil)

    5-9-2005
    Jogos de guerra: militares são treinados em programa virtual
    Os membros das Forças Armadas devem, com este treinamento, adquirir a capacidade de tomar decisões de combate que permitam alcançar seus objetivos militares. Essas decisões têm, entretanto, conseqüências sobre a vida e a dignidade das pessoas, sejam elas combatentes ou não combatentes. Treinar os oficiais para que tomem decisões conforme o estabelecido pelo Direito Internacional Humanitário é o objetivo do sistema de simulação computadorizado desenvolvido pelo Exército do El Salvador.
    (Actividades\Promovendo o DIH\Forças armadas e polícia)



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© 2008 Comité Internacional da Cruz Vermelha
30-08-2008